No último domingo (26), ocorreu em Los Angeles a 62ª edição dos Grammy Awards, os maiores prémios da indústria da música.
Billie Eilish e o seu irmão Finneas foram os grandes e incontestáveis vencedores da noite, com cinco gramofones cada, incluindo os quatro prémios mais importantes da cerimónia para ela. Porém, o evento também teve grande destaque para negros LGBTQ+, algo totalmente inédito para os prémios.
Lizzo levou em três categorias das oito que concorria: Melhor Álbum Urbano Contemporâneo pelo “Cuz I Love You“; Melhor Performance de R&B Tradicional por “Jerome“; e Melhor Performance Pop Solo por “Truth Hurts“. A americana já revelou não se encaixar em nenhuma sexualidade definida, não se rotulando e chamando-se de lizzbian (um trocadilho com a palavra lésbica).
Lil Nas X, dono de um dos maiores hits da história e homossexual assumido, ganhou os prémios de Melhor Videoclipe e Melhor Performance Pop por Duo/Grupo, ambos por “Old Town Road“. Já Tyler, The Creator, levou um dos prémios mais machistas dos Grammys, o de Melhor Álbum de Rap, pelo aclamadíssimo “Igor“. É a primeira vez que um LGBTQ+ recebe este prémio.
Ao todo, a comunidade negra LGBTQ+ levou seis grandes prémios em categorias super concorridas e a maioria tradicionalmente vencidas por homens heteros.
Fonte: Põe na Roda
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